quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Ricardo, capitão gancho, shô pereira, cuzcuz qualquer coisa lhe posso chamar não interessa meras formalidades quando não são precisas...

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Anda diz me ele do outro lado da janela virtual, é o que quero. minutos antes arrepiou-me dos pés à cabeça, fez me esvoaçar entre imagens e imaginações do lado mais preverso de mim. Apetece-me ele.
Vivo viciada nele, é estranho. Dou por mim num desespero por ele que me obrigo a desligar tudo o que me liga a ele virtualmente e aí consigo alguma paz de mim, do meu vicio, mas não dura muito, o meu coração pesa mais que as minhas antigas filosofias de vida que vou contradizendo e ligo-me ao mundo dele.

Já me esqueci do último nome dele, não sei o nome completo, nunca sei ao certo a idade, engano-me sempre ao descrever a cor dos olhos, mas sei quem ele é. O tom de voz, cada expressão do rosto, o cheiro, o toque.

Vivemos mundos diferentes, amizades diferentes, caprichos diferentes, só quem me conhece muito bem se apercebe do quanto me viciei, e mesmo assim, posso dizer que é...
um vicio silencioso por ele
Amo-te tanto, meu amor ...
não cante
O humano coração com mais verdade ...

Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade.

Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
Digam o que disserem SOU FELIZ
Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem,
os amigos devem ser amigos para sempre,
mesmo que não tenham nada em comum,
somente compartilhar as mesmas recordações.

é disto que à vezes esqueço e me entristece.
mas depois recordo me e sorrio de novo.